O público-alvo para o qual o produto é direcionado abrange os pais de família, onde a média de idade das crianças expostas à pornografia online é de 11 anos de idade; os empregadores, onde além do desperdício de tempo e recursos materiais e humanos, o conteúdo pornográfico em computadores das empresas as expõe a riscos legais; e, escolas e igrejas, onde apesar dos filtros de Internet disponíveis e utilizados, matérias copiadas de flash drives ou outras mídias, recebidas por e-mail, ou simplesmente não bloquadas pelos filtros existentes, permite que as imagens ilícitas possam ser encontradas e eliminadas.
O produto além de aliar a necessária portabilidade, é capaz, por exemplo, de fazer a varredura completa de um HD de 500 GB com mais de 70 mil imagens em 1,5 hs, e contar com algorítimo avançado de análise de imagens, categorizando aquelas potencialmente perigosas, através de detalhes faciais, coloração de pele, planos de fundo, formato de partes do corpo, etc, resultando indicações falsas/positivas, inferiores a 1%
É compativel com os SO Windows XP, Vista e 7, bastando conectá-lo as máquinas, abrindo o drive e seguir as instruções, além de não necessitar da intalação de nenhum programa nos PC's à serem examinados.
Foi lançado recentemente pela empresa americana Paraben http://www.paraben-sticks.com/porn-detection-stick.html , representada no Brasil pela E-netsecurity, com sede em Curitiba, PR, o pendrive detetor de pornografia em PC's (Porn Detection Stick), comercializado por R$ 380. Segundo a Paraben o gadget é capaz de fazer varreduras de busca em qualquer PC que possua entrada USB, detectando a existência de conteúdo pronográfico e emitindo relatório de imagens suspeitas, existentes e excluídas.
Pen-drive anti-pornografia salva criança de 12 anos no Rio de Janeiro
O combate a um dos crimes mais hediondos e execráveis do mundo moderno, a pedofilia, agora conta com a ajuda da tecnologia para prender os criminosos.
No Rio de Janeiro, o caso de um garoto de 12 anos de idade que era assediado por um pedófilo de 40 anos foi resolvido por um detetive particular usando um Detector de Pornografia. Por questão de segurança, os nomes da criança e do acusado não foram revelados.
Wanderson Castilho é o detetive especializado em crimes virtuais que instalou o detector de pornografia no computador usado pelo garoto. Feita a varredura na máquina, foram localizadas imagens do órgão sexual do agressor, que as enviava para a criança. O detetive então utilizou o sistema para localizar o IP do pedófilo e entregou todas as provas para a polícia.

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